A cidade de Paranaguá irá experimentar a partir do  dia 01/01/2017 a experiência de ser governada por um novo prefeito e um bom numero de novos vereadores, apesar de ser uma solenidade repetida sempre que há eleições o fato de haver uma mudança de identidades faz do fato uma novidade com requintes de esperança e expectativas.

No caso de Paranaguá um cenário novo e interessante se desenhou, que nos leva a ter várias expectativas com relação a câmara e a prefeitura, pergunte a você mesmo: Quando foi que você viu um prefeito em Paranaguá ter um antecessor sendo seu próprio pai?

 As marcas deixadas pelo saudoso prefeito Mario Roque ainda são recentes e visíveis por todos os lados, e é inegável o auto índice de aprovação da população pelos seus mandatos. Isso gera uma esperança e uma expectativa elevadíssima para a gestão do prefeito eleito Marcelo Roque, que soube aproveitar muito bem os ensinos do pai com relação a campanha. A cidade está esperançosa e isso é excelente pois um povo sem esperança é um povo desistido de si mesmo, Paranaguá é forte, é pujante, e é sensível a mudanças, e aqueles que um dia chamaram Paranaguá de pacata o fizeram porque não tinham a sensibilidade de enxergar o verdadeiro espírito do Parnanguara.

Voltando as perguntas.
Você já se perguntou sobre quando um prefeito eleito teve seu irmão e o irmão do seu vice como vereadores na câmara de sua cidade? E quais as possibilidades disso?

As variáveis são imensas, mas antes de falar delas, quero aqui ressaltar o nível de confiança e esperança que o povo parnanguara tem ao depositar tamanha confiança e poder em uma família. Falando das variáveis, um dos grandes problemas nacionais dos gestores públicos é a governabilidade, no caso de Paranaguá isso parece estar minimizado pois o conselho de Salmos 133:01 ( Bíblia Sagrada ) nos dá alívio e esperança. As ruas em quase todo país está insegura, mas Paranaguá parece ter encontrado seu mar de almirante.

Um fator gerador de esperança também pode ser visto nas cadeiras de nossa câmara municipal, vereadores de áreas técnicas assumindo o poder. É consenso que o Brasil espera de Paranaguá uma resposta eficaz contra a dengue, e isso passa pelo caminho de uma saúde publica sustentável e segura, mas para isso temos na câmara pessoas da área da saúde o que nos deixa mais tranquilos e esperançosos, e isso ocorreu também em outras áreas, na verdade apesar de haver velhos redutos a reforma foi maior, graças a Deus.

Em suma os sonhos parecem ter voltado, de uma Paranaguá moderna, sem o velho discurso de que “Paranaguá é o Porto”, o porto é importante, mas ele é parte de Paranaguá e não Paranaguá, nem todo nosso povo é portuário, assim como nem todo Portuário é Parnanguara, e alguns nem Paranaenses são, mas isso é outra história.

Voltando as perguntas, você lembra-se de um prefeito que tenha recebido a prefeitura saneada em suas contas e com dinheiro em caixa? Esse é outro fator gerador de esperança, pois se muitos sem nada fizeram algo, com certeza podemos esperar uma gestão de canteiros de obras, que era uma das características do bom e velho Roque. Talvez seja desta vez que vejamos uma ponte de verdade ligando o continente ao Valadares, ou que vejamos o gargalo da saída da cidade tendo seu viaduto tão necessário, ou um hospital municipal de excelência pois motivos não faltam afinal o regional está em Paranaguá mas não é só de Paranaguá, e a dengue é um cliente numeroso e sabe-se lá o que mais teremos pela frente, mas ao que parece o cenário configurado adiante é de esperança.

Parabéns aos novos gestores e que Deus os abençoe e lhes dê capacidade e sabedoria para usar o poder para o bem do povo. 


Emerson Casburgo - Teólogo e Pastor
https://twitter.com/emersoncasburgo

A publicação deste colunista não reflete, necessariamente, a opinião do Portal Nosso Paraná.




Deixe o seu comentário