O diminuto papel desempenhado pela oposição ao governo executivo e boa parte do legislativo em Paranaguá já foi assunto nas linhas do Nosso Paraná. 
Na oportunidade ressaltamos que é importante que a cidade tenha uma oposição combativa e acima de tudo, coesa. Evidentemente nossa cidade ainda está distante de tal realidade.

De fato, Paranaguá tem uma oposição chata, desunida e extremamente despreparada.
O apoio de certos personagens, no conglomerado oposicionista, afasta possíveis correligionários e eleitores. O que era para aproximar, desagrega. Cria-se, quase sempre, um clima de revolta contra eles mesmos. 
Alguns protestam pelo simples fato da cidade ter por tanto tempo os mesmos nomes à frente dos principais quadros do poder municipal. - Essa ‘afirmação’, por si só, nos habilita a fazer as considerações escritas nas primeiras linhas desse texto.

É necessário costurar nosso raciocínio e entender os interesses de cada grupo no andamento político de nossa cidade. 
É importante fazer essa leitura nas entrelinhas, tanto na eloquência, quanto no silêncio. 
Esses erros da oposição já são observados pela própria percepção popular. 
Insistimos na tese da importância da compreensão mínima no enredo apresentado pela oposição, onde alguns poucos se prostram na falta de perspectiva e desânimo surreal da mesma forma como escreveu Nelson Rodrigues no famoso ‘Complexo de Vira-latas’.
Entretanto, basta refletir, observar e caminhar pela cidade. A cidade mudou e não está mais ao léu. 

A dinâmica política de Paranaguá não se desloca, porém sua realidade efetivamente, é outra. 

E a imprensa e grupos midiáticos?
 
Teatro do absurdo, uma abstração cega, distante dos fatos que se desmonta como um castelo de cartas.
Por esse motivo que se criam ondas que vem e vão e não avançam e não progridem. Infelizmente setores da imprensa estão subordinados a isso.
Vemos veículo de comunicação que perdeu todo o senso jornalístico diante da opinião pública. Buscam audiência falando mal dos 'oponentes'. Vivem inclusive uma divisão dentro da própria estrutura funcional. 'um querendo a cabeça do outro'. Colegas que não se falam e não se entendem.
A oposição por sua vez, não aprendeu que aparecer por lá é nocivo. (O que fazer? Eles são um só!) 
Alguns insistem em pôr a cara na telinha, pois a vaidade, que não leva a lugar algum, é mais forte que o bom senso. É possível reverter isso? Sim, mas as peças precisam mudar. 

Nas redes sociais é fácil identificar aqueles que querem apenas aparecer e os que realmente estão preocupados de fato com os destinos da cidade.
Personagens que entram numa guerra, desconhecedores do campo de batalha e do seu próprio oponente e suas ações.
Essa é a essência da questão!
Os ataques já não são mais contra o poder executivo e sim contra a própria cidade.

É relevante sempre ressaltar que a cidade, do ponto fundamental, está sobre um ataque desnecessário nas redes sociais. Essas ações fazem alguns reféns que são iludidos, pois nada nunca está bom.
A velha e conhecida história que em Paranaguá não se pode valorizar o que está dando certo. Desenvolvem um trabalho exaustivo para criar uma situação que ‘por aqui nada funciona.’

Não é difícil puxar o fio da meada para perceber os emaranhados e embaraçados criados por esses grupos com parte da imprensa local. Um martelar diuturno de terrorismo psicológico da manipulação da informação. 
Tudo isso tem um objetivo claro de afastar e embrutecer o povo contra tudo que está sendo feito. Uma cortina de fumaça distante da realidade concreta.

Terra Estranha - Ouvimos uma declaração enviada por um amigo no WhatsApp com o seguinte teor:
- Nossa cidade é uma terra estranha. Quando nossos companheiros e amigos se destacam a cidade parece que torce contra!
Foi uma das frases mais lógicas que ouvimos sobre Paranaguá nos últimos anos.
E é isso que encontramos nessa oposição. Personagens nativos e outros não, alguns desinformados, outros com esse ideal de que nada pode dar certo.
Não podemos esquecer de alguns políticos que lutam pelo mesmo ideal.
Verdadeiros parlapatões, inimigos da sua cidade e do seu povo.
Se abraçam e se entrelaçam com um objetivo comum: Impor a miopia política que Paranaguá não está no RUMO certo! 

Vencer a eleição é o melhor caminho. A alternância do poder é considerada por alguns, como algo positivo e saudável para a democracia. Nós acreditamos nisso! 
Por que essa alternância de poder não acontece em Paranaguá? A resposta é simples e óbvia: - A oposição utiliza peças e estratégias ultrapassadas e integrantes do seu corpo pró-ativo estão desgastados e, boa parte, moralmente desqualificados. Pseudo-especialistas virtuais, alguns deles, financiados simplesmente para promover a desordem.
Uma política feita com truculência e de forma significativamente amadora, desordenada, cheia de vícios e por vezes criminosa. 

O atual poder executivo tem que ficar atento para não cometer o mesmo erro.
Entrar numa situação vulnerabilidade em função de deslizes de suas peças de articulação, pode colocar em risco todo um trabalho já conquistado. 

Paranaguá e suas duas vozes.
Os que sempre ganham e os que sempre perdem. Uns choram e lamentam e outros comemoram.
Afinal, há tempos a cidade não tinha uma dinâmica administrativa como vemos atualmente. 

Criticar, sugerir e reivindicar com propriedade, ética e bom senso faz parte do processo democrático. 
Infelizmente temos retumbante e mais vivo do que nunca a ‘Ideologia do pessimismo’.

Apontar erros após a derrota é fácil e é justamente isso que os mantém em condição perpétua de minoria e oposição. 

O eleitor?
O eleitor precisa aprender a identificar o sentido e a direção neste cenário! Esse  é um grande passo para não tirar dos nossos ombros a culpa da escolha dos nossos representantes, que é exclusivamente nossa! 

Seme Said é diretor do portal Nosso Paraná
https://twitter.com/semesaid 


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