Lançamento da campanha de vacinação para a terceira dose foi realizada na manhã desta quarta-feira, com a presença do prefeito Marcelo Roque, que já tomou a dose, juntamente com o atleta Bruno Pires, campeão mundial de Jiu Jitsu.

Foi lançada na manhã desta quarta-feira (20) a terceira etapa da campanha de vacinação contra a dengue em Paranaguá, em cerimônia realizada no Terminal Rodoviário Urbano. Haverá aplicação das doses em todas as 14 unidades básicas, em horário comercial, de segunda a sexta-feira, incluindo também as 4 que funcionam no período noturno, das 17h às 23h (Vila Garcia, Alexandra, Serraria do Rocha e Ilha dos Valadares – Rodrigo Gomes). Podem tomar pessoas com idade entre 9 e 44 anos, 11 meses e 29 dias. 

A campanha de vacinação segue até 27 de outubro. A meta é imunizar 64 mil pessoas. A cerimônia reuniu diversas autoridades locais. Durante a solenidade o prefeito Marcelo Roque e o atleta Bruno Pires, campeão mundial de Jiu Jitsu, tomaram a dose, que continuará disponível nesta quarta-feira no Terminal Rodoviário Urbano, na sala do Conselho Municipal de Saúde. 

O prefeito Marcelo Roque destacou a importância da vacinação, que já teve a eficácia comprovada, e que junto a outras ações de prevenção conseguiram reduzir drasticamente o número de casos de dengue em Paranaguá. Entretanto, lembrou que não é só esta doença que preocupa. “Tivemos o registro também da zika em nossa cidade e com isso aumentou ainda mais a nossa preocupação em combater o mosquito Aedes Aegypti, que começou antes mesmo de assumirmos a Prefeitura. Por isso realizamos mutirões com nossos cargos comissionados e equipes que realizam o trabalho de prevenção diariamente em nossa cidade”, salientou o prefeito, que disse esperar que Paranaguá nunca mais venha a registrar epidemia como a que ocorreu em 2016, que resultou na morte de 30 pessoas de Paranaguá, o que representou 50% do total de óbitos de todo o Paraná.

O secretário municipal destacou que um esquema especial foi montado para realizar a campanha de vacinação em Paranaguá, que vai incluir equipes itinerantes por parte da 1.ª Regional de Saúde, que beneficiarão ilhas, comunidades marítimas e áreas rurais. Também participarão escolas municipais e estaduais. “Preparamos uma grande estrutura para realizar a vacinação e esperamos atingir a meta de 64 mil pessoas. A vacina é um importante instrumento de combate ao mosquito, mas não podemos esquecer que todos temos a responsabilidade de combater os criadouros”, destacou Paulo Henrique de Oliveira. Ele lembrou também o empenho da Prefeitura de Paranaguá, por meio da Semsap, em fazer o controle vetorial, com remoção de criadouros do mosquito, aplicação de bomba costal e conscientização da população.


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Também participaram da solenidade o secretário municipal de Saúde e Prevenção, Paulo Henrique de Oliveira, Raul Bely, coordenador da Sala de Situação em Saúde, que no ato representou o secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto, e a diretora da 1.ª Regional de Saúde, Ilda Nagafuti, além do vice-prefeito e secretário municipal de Obras Públicas, Arnaldo Maranhão, vários secretários municipais e os vereadores Carlos Fangueiro, Eduardo Francisco Costa de Oliveira, Gilson Marcondes e Sargento Orley. 

Ilda Nagafuti destacou o empenho do prefeito Marcelo Roque e a equipe da Saúde para combater a proliferação do mosquito da dengue e promover a vacinação em Paranaguá. “Com esse empenho do prefeito para fazer a remoção de criadouros, temos nosso melhor exemplo. Muito importante essa adesão e completar as três doses para termos o resultado efetivo. É nossa grande esperança para não vivermos nunca mais a condição desesperadora que tivemos em 2016, com a epidemia da dengue. Precisamos que todos nós cuidemos para não oferecer a condição de um hotel 5 estrelas para o mosquito”, salientou a diretora da 1.ª Regional de Saúde.

Raul Bely revelou que já foram aplicadas 300 mil doses de vacina contra a dengue no Paraná, incluindo as duas primeiras etapas já realizadas, em setembro do ano passado e em março de 2017. “A eficácia da vacina está comprovada porque foram registrados apenas 30 casos de pacientes que contraíram a doença. Ou seja, representa 0,0001%, o que é um número bem reduzido”, salientou o coordenação da Sala de Situação em Saúde.

SECOM




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