Tudo se mistura e tudo se compreende com o cenário que vive a cidade de Paranaguá no verão de 2016. Os turistas desapareceram. O comércio sente o problema e a população, por sua vez, sente a dor da epidemia.

O Governador Richa vem a Paranaguá (22/01/16) e quis deixar a impressão que estávamos diante de um suprassumo e que as suas articulações para as próximas eleições não teriam pior hora para começar. 

Paranaguá está sofrendo pois as sujeiras de alguns lugares estão sendo colocadas por debaixo do tapete. 

São muitos anos que este grupo vem maquiando e tentando influenciar a opinião pública com situações ilustrativas sem efetividade nas ações. 

Mas agora é hora de aparecer mesmo. Cada um com suas estórias e com seus fingimentos fajutos.

Ano de eleição é assim mesmo. Usam televisão, rádio e as redes sociais para fazer aquilo que mais sabem: Publicidade.

Uma coisa é certa. Paranaguá sofre a maior epidemia da sua história. O sistema de coleta de lixo é limitado e precário. Paranaguá continua sem lixeiras e sem a devida manutenção nos mais diversos lugares públicos. 

Por certo, nestes dias de política os candidatos da oposição vão fazer tudo para mobilizar os paranaenses através de propostas honestas e, simultaneamente, obrigarem Kersten a sair do campo das trivialidades e a despir os seus disfarces.

A sociedade parnanguara precisa de profundas transformações sociais e políticas: Ora, só pode construir pontes entre todas as forças e setores da sociedade para conseguir esse objetivo quem estiver livre de identidades e de dependências com os velhos poderes que nos oprimem durante anos, quem abertamente assumir a interpretação e a afirmação das causas, valores e compromissos dos cidadãos mais desprotegidos e dos setores da sociedade mais frágeis.


Seme Said é Diretor do portal Nosso Paraná
https://twitter.com/semesaid


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